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Poços artesianos estreitos: como monitorar o nível sem risco de obstrução

Saiba como monitorar o nível de água em poços artesianos estreitos com segurança, utilizando sensores adequados e técnicas que evitam obstruções e falhas na medição.

Tornando os seus processos mais

ágeis e precisos

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Por que monitorar poços artesianos estreitos exige atenção?

O Brasil possui cerca de 2,5 milhões de poços artesianos, responsáveis por bombear 17,5 bilhões de m³ de água por ano, volume suficiente para abastecer toda a população nacional.

 

Esse número expressivo esconde um problema técnico que raramente é discutido com profundidade: a maioria desses poços opera sem monitoramento adequado de nível, e uma parcela significativa deles tem diâmetro reduzido, o que torna a instalação de sensores um desafio real.

 

Monitorar o nível em poços estreitos não é apenas uma questão de precisão. É uma questão de gestão hídrica, conformidade regulatória e continuidade operacional. Quando feito de forma inadequada, o custo vai além da medição imprecisa: envolve equipamentos danificados, paradas não programadas e, em contextos industriais ou de saneamento, risco à operação inteira.

Principais riscos que comprometem a medição de nível em poços artesianos

Sedimentos e incrustações minerais

Em poços com alta concentração de ferro, manganês ou carbonatos, o acúmulo de incrustações nas paredes e no fundo é progressivo. Sensores instalados sem proteção adequada ficam expostos a esse material, o que pode alterar a leitura por pressão externa ou, em casos mais graves, prender fisicamente o equipamento.

Travamento durante a instalação

Esse é o erro mais comum. E o mais evitável. Sensores com corpo largo ou cabos sem flexibilidade suficiente tendem a travar em conexões internas, emendas de tubulação ou trechos com variação de diâmetro. O resultado pode ser a perda do equipamento ou danos estruturais ao revestimento do poço.

Oscilações de leitura por turbulência interna

Poços com fluxo interno ativo — especialmente aqueles com bomba submersa em operação — geram turbulência que afeta diretamente a leitura de sensores hidrostáticos. Sem amortecimento ou filtro de sinal adequado, os dados coletados oscilam e perdem confiabilidade para qualquer análise de tendência ou controle automatizado.

Quer saber qual sensor é adequado para o diâmetro e as condições do seu poço? Conheça nosso portfólio completo e fale com um dos nossos especialistas!

Como fazer certo: técnicas e equipamentos que funcionam na medição de poços estreitos

Sensor compacto hidrostático — a escolha que define tudo

Sensores hidrostáticos de corpo reduzido realizam leitura contínua da pressão da coluna d’água com sinal estável, mesmo em poços com variação de diâmetro. Compacto não significa inferior: os melhores modelos mantêm precisão, resistência à corrosão e faixa de operação compatível com profundidades que, no Brasil, frequentemente ultrapassam 200 metros.

Tubo-guia interno — simples e eficaz

Um tubo-guia em PVC ou aço inox conduz o sensor até a profundidade desejada sem contato com irregularidades do revestimento, eliminando o risco de travamento. Como bônus, facilita a remoção e reinserção do sensor na manutenção sem comprometer a estrutura do poço.

Cabo para submersão — detalhe que vira problema

Cabos com revestimento resistente à abrasão e flexibilidade adequada evitam rupturas por atrito em poços profundos. É um componente frequentemente subestimado — e uma das principais causas de falha em campo.

Telemetria — do dado pontual ao controle real

Integrar o sensor a um sistema de telemetria transforma a medição em gestão: acompanhamento contínuo, alertas automáticos por variação crítica e histórico em nuvem para auditorias e comprovação de conformidade regulatória.

A Megga na prática: sonda desenvolvida para onde outros não chegam

A Megga desenvolve e fabrica seus próprios sensores de nível — não é revendedora. Isso significa que temos domínio técnico completo sobre cada especificação, com engenharia aplicada do projeto ao produto final.

 

Para poços artesianos estreitos, o modelo indicado é a MGG-TNH-NANO: apenas 12 mm de diâmetro, compatível com tubulações de ¾” ou ½”, sensor piezoresistivo em aço inox AISI 316L, saída 4 a 20 mA, cabo para submersão com tubo de respiro e eletrônica com proteção IP65.

 

Uma das sondas mais compactas disponíveis no mercado nacional para esse tipo de aplicação, ela também conta com calibração simplificada com ajuste de ZERO/SPAN direto em campo.

 

É parte de uma linha com 4 modelos de sonda de nível — cada um projetado para um cenário específico de aplicação.

Quer saber qual modelo se encaixa no seu poço?
Fale com um especialista Megga — direto com quem desenvolveu o equipamento.

Monitoramento de nível em poços artesianos: quem controla os dados, controla a operação

A água subterrânea não avisa quando está acabando. Não emite alarme, não gera relatório, não para a produção com antecedência. O problema aparece quando já é tarde — e em poços estreitos, onde a margem técnica para errar é menor, o impacto chega mais rápido.

 

Instrumentar corretamente não é um custo operacional. É a diferença entre uma gestão hídrica defensável e uma operação exposta a riscos que poderiam ter sido evitados.

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Entre em contato com a Megga e instrumentalize sua operação com quem entende o problema, não só o produto!

FAQ — Perguntas Frequentes

Qual o diâmetro mínimo de poço artesiano que aceita sensor de nível?
Sensores hidrostáticos compactos podem operar em poços artesianos a partir de tubos com diâmetro interno acima de 1/2″, pois nosso menor sensor, o modelo MGG-TNH-NANO, tem 12mm de diâmetro externo.

 

Já o modelo MGG-TNH-MICRO pode operar em poços artesianos a partir de tubos com diâmetro interno acima de 3/4″, pois este modelo de sensor tem diâmetro interno de 17 mm.

 

Como evitar que o sensor fique preso dentro do poço artesiano?
A combinação de sensor com corpo reduzido, cabo flexível e tubo-guia interno elimina a maioria dos casos de travamento. Nunca se deve forçar a descida de um sensor sem conhecer o perfil interno do poço artesiano.

 

Com que frequência devo fazer manutenção do sensor?
A frequência ideal varia conforme a qualidade da água. Em geral, recomenda-se inspeção semestral, com limpeza e verificação de calibração. Poços artesianos com alta dureza ou presença de ferro exigem intervalos menores.

 

É possível monitorar remotamente sem técnico no local?
Sim. Sistemas com telemetria permitem acompanhamento em tempo real, geração de alertas automáticos e registro histórico em nuvem — reduzindo drasticamente a necessidade de visitas técnicas de rotina.

 

A monitorização de nível em poços artesianos é obrigatória por lei?
A legislação brasileira (Lei nº 9.433/1997) trata a água subterrânea como bem público e exige outorga para captação. O monitoramento do nível é um requisito técnico frequentemente associado à regularização do poço e à comprovação do uso dentro dos limites autorizados.
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